É uma sequência longa de letras e números, gerada no momento em que a transferência entra na rede. Colada em um explorador de blocos, ela mostra quem enviou, para onde, quanto, quando e qual foi a taxa paga. Também aparece com os nomes TXID ou, simplesmente, hash.
É o comprovante do mundo on-chain, e é melhor que uma captura de tela por um motivo simples: não depende de quem enviou. Quem recebe consulta a rede diretamente e confirma sozinho.
Vale guardar o hash junto do registro do recebimento. É ele que liga a entrega ao valor que consta no seu controle interno, do mesmo modo que um identificador liga um Pix recebido à cobrança que o originou.