Cada bloco de transferências aponta para o bloco anterior. Alterar um registro antigo exigiria refazer tudo o que veio depois, em todas as cópias ao mesmo tempo — é daí que vem a ideia de que o que entrou não se apaga.
O registro é público. Qualquer pessoa consulta qualquer transferência sem pedir permissão a ninguém. O que aparece são endereços, valores e horários, não nomes: é pseudonimato, e não anonimato.
Para quem recebe, a consequência prática é uma só e vale a pena decorar: transferência gravada não volta. Não existe estorno, não existe contestação, não existe uma central para ligar. O cuidado acontece antes do envio.