É a ponte entre dois trilhos que não se falam. O Pix corre no sistema de pagamentos brasileiro; a stablecoin corre em uma blockchain. Alguém precisa receber de um lado e entregar do outro, e no Brasil esse alguém é uma instituição autorizada.
A conversão acontece a uma cotação, que é o preço do ativo no instante da operação. Por isso o valor final em stablecoin só se conhece quando ela ocorre: o que se mostra antes é estimativa, e ela se move junto com o dólar.
É o ponto em que uma cobrança em reais vira valor em dólar digital. A cobrança nasce em real, o cliente paga em real pelo aplicativo do banco dele, e a entrega chega em stablecoin no endereço de carteira informado.