Cada rede tem a sua moeda nativa, que é usada para pagar a taxa de rede. Todo o resto que circula ali são tokens, criados por contratos publicados na própria rede — inclusive as stablecoins.
Um token é identificado pelo endereço do contrato que o emitiu, e não pelo nome. É assim que a carteira distingue o USDC verdadeiro de um token que se apresenta com o mesmo nome. As carteiras conhecidas já vêm com os principais reconhecidos, e é motivo para desconfiar quando um saldo aparece do nada.
Um detalhe que pega quem está começando: ter saldo em token não é ter com que movimentá-lo. Mover um token exige um pouco da moeda nativa da rede para pagar a transferência.